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Uma corrida em São Paulo: como a segurança no transporte pode salvar vidas

  • Foto do escritor: safegotur
    safegotur
  • 26 de jan.
  • 2 min de leitura

Era uma sexta-feira à noite quando aceitei uma corrida para uma rua em um bairro próximo ao Zoológico de São Paulo. À primeira vista, parecia apenas mais uma corrida comum, como tantas outras em uma grande metrópole.

Ao entrarem no carro, percebi que se tratava de uma mulher boliviana, que não falava português, com um bebê no colo e outra criança de aproximadamente três anos. A criança mais velha adormeceu rapidamente, o que aumentou ainda mais minha atenção e responsabilidade durante a viagem.

Cerca de cinco minutos após o início da corrida, começou uma chuva muito forte. Mesmo com o limpador de para-brisa na velocidade máxima, a visibilidade era extremamente baixa. Para agravar a situação, o GPS parou de funcionar. Naquele momento, eu estava dirigindo à noite, em uma região pouco conhecida, sob uma tempestade intensa, com uma passageira que não falava português e duas crianças pequenas no veículo.

Situações como essa mostram como a segurança no transporte em São Paulo depende de preparo, experiência e decisões rápidas. Diante do risco, tomei a decisão de seguir até a região do Zoológico, um ponto mais conhecido, para aguardar o retorno do GPS.

Para chegar até lá, foi necessário passar pela Avenida dos Bandeirantes, conhecida pelo intenso tráfego de caminhões, especialmente à noite. Mantive a calma, dirigi com cautela e segui o trajeto com foco total na segurança dos passageiros.

Já na região do Zoológico, a chuva cessou e o GPS voltou a funcionar. Foi possível concluir a corrida com tranquilidade e deixar a mãe e as duas crianças em segurança no destino final.

Essa experiência reforça um ponto essencial: mobilidade urbana segura não é apenas tecnologia ou deslocamento. É preparo humano, empatia e responsabilidade. Em grandes cidades como São Paulo, cada decisão tomada durante uma corrida pode fazer a diferença entre o risco e a proteção. Isto é Safe Go.

Histórias reais como essa mostram porque pensar em transporte seguro à noite, especialmente para pessoas vulneráveis, deve ser prioridade em qualquer solução de mobilidade urbana. Isto é Safe Go.

 
 
 

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